terça-feira, 10 de outubro de 2017

Ricardo Arjona - Jesús verbo no sustantivo.

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Maná - Vivir sin aire... A & A (2017).

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

LAS ROSAS ERAN COLOR DE ROSA. A & A (2017).



Me encontré quando te encontré
Al encontrarme te a encontrastes
Ambos buscábamos lo mismo
Era allí el lugar, el momento.

Cuando me viste, lo encantastes
Cuando te vi, me encantastes
La diferencia siempre me ha atraído
En medio de los mismos, tu eras único.

La elección de ofrecerme rosas en lo colore rosadas
Tu timidez al entregarme
Mi curiosidad ante lo desconocido
Allí ya me ganaste sin esfuerzo.

Las rosas rojas son mis preferidas
Las rosas blancas son mi última opción
Al mezclar rojo y blanco hiciste la alquimia
La pasión es roja y la paz es blanca.

Las rosas de color rosa son la mezcla de estos colores
La pasión sin paz es la guerra
La pasión con la paz es amor
Al elegir el color de las rosas rosa apuntaste la flexa y disparaste en el objetivo.

Ya vivimos nuestras pasiones
Hemos sufrido decepciones
Nosotros anhelamos la certeza de un amor maduro
Necesitábamos esta mezcla.

La mitad de la medida de pasión
Mitad de la medida de la paz
Mezclar y encuentre el equilibrio que siempre está en el medio
La mejor unión no habría, ni de los colores, ni de nosotros.

La vida siempre nos sorprende
El color de las rosas que me diste es culpable
Culpable por dejarme despierta en la madrugada
Con el pensamiento en usted que duerme sereno.

Estoy recordando nuestras semejanzas y diferencias
Como no percibir que ambos se hicieron con la misma medida
Uno para el otro
Un nivel de sincronización que asusta.

Ariel y Ana resuenan en nuestras mentes
Ana y Ariel pueden escuchar dulcemente
La vida nos unió sin duda
Ahora sólo nos queda vivir un amor color de rosa.

Anna Mattos.


quarta-feira, 19 de julho de 2017

Carta aos meus inimigos...


Inimigos conhecidos e desconhecidos: muito obrigada por existirem... Jamais conseguiria ter paz se não os tivesse... Graças dou por saber que tanto me odeiam... Isso porque eu sou eu simplesmente... Se não existissem certamente eu não seria eu... Porque quem à todos agrada não possui Identidade... Para sermos autênticos precisamos ter inimigos... Que nos apontem para o modelo do que nunca venhamos a ser... Que nos ensinem a sermos maiores e melhores... Que ratifiquem a existência de nossa personalidade, de nosso caráter... Que indiquem que estamos no caminho certo, sem pegar atalhos... Só a certeza de que tenho inimigos me motiva a continuar fazendo o que é aprazível, o que é essencial, o que é indelével, o que é o que faz a diferença, o que uma pessoa necessita para deixar marcas de que realmente viveu... Medo do que sentem por mim não conheço... Cada um dá aquilo que tem... Irei continuar dando o que tenho... Na contabilidade que já fiz, vocês são a parte fraca, porque a parte forte é composta pelos que me amam... São maiores em quantidade... São melhores em qualidade... Na verdade vocês acabam, sem querer... é lógico... me ajudando a evoluir, a crescer, a transcender... O amor sempre suplanta o ódio... O bem sempre venceu o mal... Tenho batalhas que não me abatem... A guerra já venci faz tempo... Porque ser lutadora já é ser uma vitoriosa... Me arrependo dos meus erros... Me orgulho dos meus acertos... Sou intensa e suave... Sou doce e amarga, vai depender unicamente do seu paladar... Sou fogo e água... Sou sim e não... Sou única... Sou uma menina no corpo de uma mulher... Sou flor perfumada... Sou fruto suculento... Sou céu com sol e lua... Sou mar com ondas e mansidão... Sou chuva que rega a terra seca... Sou vulcão em erupção que derrama a lava ardente pela montanha... Sou orvalho... Sou bruma... Sou silêncio... Sou trovão... Sou humana... Sou pecadora... Sou imperfeita... Sou também a guardiã de um grande coração.

Anna Mattos.

terça-feira, 11 de julho de 2017

O Internato de Freiras... O Copo, a Água, o Olho... O Caminho Rumo à Magia Branca e Negra... As Entidades... O Vodu.



Ela foi nascida e criada na Igreja Católica Apostólica Romana. Fora batizada. Fizera a primeira comunhão. Assistia às missas e se confessava com frequência.

Foi aluna interna em um renomado colégio de freiras, onde formou-se em docente. Naquela época Normalista.

Casou-se. Teve duas filhas. Em casa possuía um altar com os santos de sua devoção, incluindo a santa que originara seu nome. À eles rezava e acendia velas diariamente. A casa também era incensada. Os dias santos reverenciados.

Um dia a convidaram para uma sessão de mesa branca. Compareceu. Deu-se o início do seu ingresso no alto espiritismo, como o chamam, ou kardecismo. Ao chegar, no local, havia pessoas sentadas em volta de uma mesa coberta com uma toalha branca e no centro encontrava-se um copo com água. Com a sua chegada, a água do copo ferveu, instantaneamente, e tanto ela como todos os presentes, no ambiente, puderam ver um olho fitando-os de dentro do copo. Algumas pessoas se assustaram, outras não.

Depois desse acontecimento, não tardou o convite para o baixo espiritismo, como o chamam, ou candomblé (uma das suas variantes). Também fora aceito. Lá aprendeu mais artes de magia. O sacrifício de animais. As oferendas. Os trabalhos às entidades ou orixás. Os rituais. Mas ainda era pouco. Seu desejo por conhecimento, no ocultismo, e suponho por fortalecimento era insaciável e incansável. Ela queria mais.

O vodu foi seu próximo destino. Às vezes via quando ela manipulava os bonecos e as agulhas. Parecia brincadeira de criança. Hoje, adulta, lamento por ela ter "brincado" com fogo como "brincou". Repudio quem a levou ao encontro dessas práticas. Por coincidência (?!), essa suposta pessoa faleceu, exatamente, no dia do aniversário dela, após anos de falecida. Data de natalício do meu ex, por coincidência (?!).

Ela morreu. Jovem. Linda. No leito do hospital chorou arrependida do caminho que trilhou na bruxaria. Ela fora uma bruxa fora dos livros infantis que li. Aprendeu que o único caminho que leva a DEUS é Jesus Cristo. Compreendeu em meio à dor. Sofreu. Pediu perdão. Rogou misericórdia. Creio que foi perdoada. Mas as consequências do seu envolvimento no mundo das trevas pagou com muito sofrimento e a sua vida. Para trás a magia branca e negra. Fora lavada no vermelho carmesim do sangue vertido em uma cruz. Foi-se desse mundo embalada pelo Santo Espírito. Não estava lá. Mas vi a cena e nunca me esqueci. Como esquecer tua morte, minha mãe?!

Anna  Mattos.